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O GitFlow é um modelo de ramificação do Git criado por Vincent Driessen para organizar o desenvolvimento de software de forma estruturada. Ele define regras claras para o uso de diferentes branches, facilitando o trabalho colaborativo, o controle de versões e a previsibilidade do histórico do projeto. Nesse modelo, existem dois branches principais e permanentes: o main (ou master), que armazena o código estável e pronto para produção, e o develop, que concentra o desenvolvimento da próxima versão. Além deles, há branches temporários de suporte, como os features, usados para criar novas funcionalidades a partir do develop e que retornam a ele quando concluídos; os releases, gerados a partir do develop quando a versão está em fase final de testes e correções, sendo posteriormente mesclados ao main e também ao develop; e os hotfixes, criados a partir do main para corrigir falhas críticas em produção, que após a correção também são incorporados tanto ao main quanto ao develop.

O fluxo de trabalho do GitFlow segue uma sequência lógica: o projeto começa com os branches main e develop, as novas funcionalidades são criadas em features e integradas ao develop, as versões são estabilizadas em releases e, por fim, bugs urgentes são resolvidos por meio de hotfixes. Esse modelo é especialmente útil em projetos com ciclos de release bem definidos, pois garante organização e confiabilidade. No entanto, em ambientes que utilizam entrega contínua, o GitFlow pode ser excessivamente rígido, não sendo a opção mais adequada.